quinta-feira, 21 de junho de 2012

Estrela Perdida

Havia uma estrela
Duas almas vislumbravam o céu
Uma luz de alegria
Ele a via como uma princesa
Pouco se sabia
E a imensidão estava ali.

O céu era místico
O universo era lindo
A estrela muito mais
Um navio frente ao mar
Se desprendeu do cais
Ponta de ternura
Que insistia em brilhar.

O mar e o céu
Quis tomar o brilho da estrela
Se transformaram em um, só
As almas caminhavam
O mar foi deixado pra trás
O céu se sentiu vitorioso
Estava acima de todos
De tristeza a estrela sumiu.

O navio e as almas
Caminhavam em sentidos opostos
A madrugada teve seu fim
A estrela não mais se viu no céu.

Essa noite vai chover
Enquanto voce sonha
Eu fico aqui em desespero
Sua presença ofuscou meu pensamento.

6 comentários:

  1. belíssimo poema, parabéns!!!

    bjsssssssss

    ResponderExcluir
  2. "As palavras, originalmente, eram mágicas e até os dias atuais conservaram muito do seu antigo poder mágico. Por meio de palavras uma pessoa pode tornar outra jubilosamente feliz ou levá-la ao desespero. Palavras suscitam afetos e são, de modo oral, o meio de mútua influência entre os homens." - Freud –

    Muito bom, gostei do jogo das palavras.Você tem mostrado que escrever é tão necessário quanto viver. No momento é só. Bjssss.

    ResponderExcluir
  3. Lindo texto! Continue assim!!! =D

    ResponderExcluir
  4. Teu blog é ótimo, parabéns!

    Vem conhecer o meu:
    leiakarine.blogspot.com

    ResponderExcluir
  5. "O navio e as almas
    Caminhavam em sentidos opostos"

    dói, não é mesmo?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. E como doí ahahaha
      Depois de escrito, porém me senti melhor =))

      Excluir